DPE-AM participa de Oficina de Mediação de Conflitos para capacitar servidores da Prefeitura de Mana


Incentivando a promoção do diálogo, facilitando que casos de enfrentamento sejam resolvidos e não sigam desnecessariamente para o judiciário, a Prefeitura de Manaus, iniciou nesta terça-feira, 18, uma Oficina sobre Mediação de Conflitos.

O evento é organizado pela Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Direitos Humanos (Semmasdh), unida com a Defensoria Pública do Estado do Amazonas, por meio do Departamento de Direitos Humanos e da Defensoria Especializada na Promoção e Defesa dos Direitos Humanos.

A oficina é voltada para servidores dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), Centros de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), Serviços de Acolhimento e Conselheiros Tutelares, estes que, poderão atuar como mediadores, solucionando os casos de maneira rápida e simples, por meio do diálogo entre ambas as partes, na busca de um consenso. 45 conselheiros tutelares e 75 servidores da Semmasdh participaram da atividade.

Segundo o Diretor do Departamento de Direitos Humanos da Semmasdh, Luiz Carlos Júnior, o conflito familiar é um dos principais enfrentamentos para a mediação e é no diálogo social em comum acordo, que os mediadores podem ajudar a solucionar os casos.

“A população vai até um de nossos aparelhos quando tem algum tipo de conflito. Então, nossos servidores acabam trabalhando uma mediação, porém, ainda não tinham passado por uma capacitação como essa. Esse é o primeiro passo, para que possamos auxiliá-los a exercer melhor essa função e ajudar o público a encontrar soluções, sem que precisem judicializar os conflitos”, comentou.

Segundo o defensor público e palestrante, Roger Moreira, as técnicas de mediação de conflitos são a melhor forma de resolver qualquer desacordo. “Todos os dias esses servidores trabalham com problemas, sejam de cunho familiar, criminal ou conflitos de vizinhança. A forma tradicional de resolver as divergências é a imposição dada pelo juiz, onde é feito um acordo e sentença impondo uma decisão. A mediação é o contrário. É trabalhado o empoderamento dessas pessoas, valorizando a relação que elas possuem para tentar resolver o conflito de maneira flexiva e com mais rapidez”, explicou.

A Oficina acontece até esta quarta-feira, 19, na Escola de Serviço Público Municipal (ESPI), no Bloco D, da Universidade Nilton Lins.


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