Polo do Madeira realiza ação em alusão ao Setembro Amarelo em Humaitá


O Polo do Madeira da Defensoria Pública (DPE-AM) promoveu, nesta segunda-feira, 24, uma mesa redonda em alusão ao Setembro Amarelo para falar sobre prevenção ao suicídio, em Humaitá, distante 590 quilômetros em linha reta de Manaus.

O evento foi realizado com apoio da Escola Superior da Defensoria Pública do Amazonas (Esudpam) e contou com a presença de integrantes do CAPS, CREAS, CRAS, Conselho Tutelar, UFAM e IFAM. Também participaram membros do Centro de Valorização da Vida (CVV), organizações religiosas, Secretaria Municipal de Saúde, bem como da Secretária de Educação do Município de Humaitá, representada por Raimunda Darque, e o coordenador Regional de Educação do Estado do Amazonas, José Edmee.

A ação iniciou com a palestra das psicólogas Ivone Oliveira, Vanessa Pereira, Neidiane Jovarini e Neilda Silva, que desenvolvem projetos com crianças, adolescentes e jovens na área de saúde mental e prevenção ao suicídio. Em seguida, foi aberta a palavra aos participantes que apresentaram demandas e cobraram medidas do poder público, como a contratação e capacitação de profissionais da rede de saúde para identificar crianças, adolescentes e jovens com comportamentos autolesivos.

Segundo a defensora Stéfanie Sobral, o evento foi importante para a participação de representantes de órgãos públicos que apresentaram as dificuldades encontradas em razão dos altos índices de suicídio e automutilação entre jovens no município de Humaitá. Na ocasião, eles assumiram compromissos na busca de soluções junto à sociedade civil.

A defensora Gabriela Andrade comentou as atribuições da Defensoria Pública na proteção dos direitos humanos e na promoção da dignidade da pessoa humana, principalmente nas áreas de educação, saúde, infância e juventude, relacionadas ao tema: “Como foi dito hoje pelas psicólogas, a crise não é do jovem; a crise é nossa, já que segundo relatado pelos profissionais de saúde, o sofrimento psicológico dos jovens ouvidos está relacionado à depressão, violência doméstica, adição, abandono parental, bullying, entre outros”, destacou a defensora.

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