Defensoria prestigia posse de novos juízes no TJAM





Quatro magistrados foram empossados e serão designados para o interior


A corregedora geral da Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM), defensora pública Melissa Credie Borborema, representou a instituição na posse de quatro novos juízes realizada na manhã desta terça-feira, 4, na sede do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). Com a presença de autoridades do sistema de Justiça, a cerimônia foi realizada no Plenário de Justiça Desembargador Ataliba David Antônio (térreo da Sede do Tribunal de Justiça).


Tomaram posse os juízes substitutos de carreira Clarissa Ribeiro Lino, Janeiline de Sá Carneiro, David Nicollas Vieira Lins e Danny Rodrigues Moraes. Eles iniciarão a carreira em municípios do interior do Estado.


Para a corregedora geral da Defensoria, Melissa Credie, o Judiciário se renova a cada vez que um novo juiz inicia sua carreira como magistrado. “A luz da Justiça é sempre renovada pela posse de juízes competentes, serenos, humanos e, principalmente, conscientes de seu papel social. Desejamos sucesso e uma parceria sempre profícua com a Defensoria Pública, no exercício da judicatura no Amazonas”, afirmou.


Em seu discurso, o presidente do TJAM, desembargador Yedo Simões afirmou que é importante ressaltar que os novos juízes irão para o interior do Estado, onde receberão o povo humilde que pede ajuda do Poder Judiciário. “É importante que o juiz tenha consciência de que tem descer à condição daquele jurisdicionado humilde, que espera do juiz respeito, humildade, que possa atender aquela pessoa com dignidade e levar um pouco do Judiciário com essa sua atitude”, disse.


O desembargador também pediu aos novos juízes que não se deixem tomar pelo que chamou de “juizite” e que prezem por fazer uma justiça humana, solidária e com humildade. “Peço que vocês que são jovens, de uma outra geração, que não adotem a famosa “juizite”, que ataca geralmente os juízes mais novos quando recebem esse poder, que eles pensam que têm o poder de punir. Nós não temos o poder de punir. Nós temos o poder de realizar a justiça, a justiça com humildade, respeitando essas pessoas humildes do interior do Estado, que esperam de nós que tenhamos essa consciência de prestar uma justiça que seja humana, uma justiça solidária, que possa ir ao encontro dessas pessoas que estão em comarcas isoladas no interior do Estado”, afirmou.




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